“Uber é acusado de contratar assassinos e ladrões nos EUA”, a acusação e alerta para os cidadãos de bem do mundo inteiro, inclusive do Brasil, está estampada com todas as letras no site da prestigiosa revista Exame. Que, muito provavelmente, tem entre seus leitores, executivos que usam inadvertidamente o Uber, apesar dos alertas dos taxistas legalizados de se tratar um aplicativo que afronta as leis dos países e cidades em que opera, para ilegalmente transferir a renda dos taxistas para seus cofres.
A Revista Exame alerta seus leitores: “O aplicativo mais polêmico do momento, o Uber, terá que se explicar mais uma vez para seus usuários. A empresa contratou 25 motoristas com antecedentes criminais – incluindo abuso sexual de crianças, assalto e assassinato – para circular pelas ruas de São Francisco e Los Angeles, na Califórnia.
A queixa foi apresentada pelo gabinete do procurador distrital de São Francisco. “Muitas das informações que o Uber apresentou aos consumidores são falsas e enganosas”, disse George Gascón, procurador distrital de São Francisco, em uma conferência, segundo informações do site SF Gate.
A Abracomtaxi defende a tolerância zero com toda e qualquer ilegalidade. Quem afronta as leis indiscriminadamente, merece toda a atenção das autoridades constituídas, para a proteção dos cidadãos que são ou serão as vítimas preferenciais de aplicativos como o Uber.
“Isso prova, mais uma vez, que o controle de um sistema de transporte não pode ficar a cargo de uma empresa privada. Quem deve gerir, regulamentar e fiscalizar o setor é o Estado”, afirma Edmilson Americano, presidente da Abracomtaxi.
“Trata-se de uma questão de segurança. A ganância de empresários inescrupulosos que não respeitam as leis gera situações como essa. Essas pessoas não estão preocupadas com demanda ou segurança. Estão apenas preocupados, isso sim, com o próprio bolso e os lucros que estão obtendo em diversos países, inclusive no Brasil”, completa.
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